9 mentiras e 1 verdade sobre os 517 anos da história do Brasil
1 - O Brasil
foi “descoberto”, em 22 de Abril de 1500, ou seja, não existiam índios antes
dessa data. Na verdade, índio é uma invenção do MST para requisitar demarcações
de terra para esses vagabundos, assim como os indígenas da América inteira são invenção dos bolivarianos. Os indígenas brasileiros nada mais são do que
petistas/esquerdistas disfarçados.
2 - Desde a
data supracitada, o nosso país é governado por pessoas honestas, pessoas de
bem, que se preocupam apenas com o bem do povo. A Abolição da Escravatura,
assinada pela Princesa Isabel em 1889, libertou todas as pessoas negras e não as
deixou na pior, pois logo que foram liberados, rapidamente conseguiram
empregos. Não existia corrupção até que, certa feita, um ladrãozinho de quinta
categoria chamado Luiz Inácio Lula da Silva subiu a rampa do Palácio do
Planalto e assumiu a presidência. A autonomia que ele deu a Polícia Federal foi
porquê ele é burro mesmo, típico de quem não estudou na vida.
3 - O PMDB
não é brasileiro. Ele nasceu em Portugal e veio para cá junto com as caravelas
de Cabral. Na verdade, “Seu Cabral” foi o primeiro presidente nacional deste partido.
4 - O
Impeachment, chamado por alguns esquerdistas de “Golpe”, salvou o Brasil da
maré de corrupção que nos encontrávamos. A operação lava-jato, que está
acusando injustamente muitos políticos do PMDB, é apenas uma intriga da
oposição, que quando estava no governo, usou de todos os subterfúgios possíveis
para acabar com este partido. A economia, depois da deposição da presidente
Dilma, deu uma guinada monumental, assim como a geração de emprego.
5 - Na época
da ditadura militar, havia segurança nas ruas, vagabundo não podia andar a
noite e não existia corrupção. Só ia para o pau de arara quem era ladrão, e os
político flagrados em atos de corrupção eram sumariamente depostos e presos. As
pessoas podiam expressar seus pensamentos livremente, sem medo de sofrerem
qualquer tipo de repressão.
6 - Fernando
Henrique Cardoso, criando o Plano Real, além de salvar a nossa economia, nunca
entregou a mesma para os braços do FMI. Aliás, bons tempos: empresas estatais foram
fortalecidas, as pessoas não passavam fome, pobre tinha emprego e renda (ser
chamado de pobre era apenas uma desculpa). Uma pena que, no governo dele, tenha
sido criado o Vale Gás. Aliás esse projeto nasceu em um dos partidos da
então oposição, o PT, através do seu deputado Cristóvão Buarque, que do alto de
sua lucidez, saiu desse partido.
7 - A Reforma
da Previdência é necessária, afinal, com um “país de velhos”, alguém precisa
pagar essa conta. O rombo não existe, já que todas as empresas do país pagam seus
impostam em dia, nenhuma sonega. Somos o país que menos sonega imposto no
mundo. Chupem europeus.
8 - A Reforma
Trabalhista também é necessária. Trabalhador hoje em dia tem muita vantagem e
mordomia. Essa reforma vai modernizar as relações de trabalho, não vai
precarizar as relações de emprego, assim como a terceirização, onde os
trabalhadores continuarão ganhando o mesmo salário e as empresas vão gastar
menos, podendo manter assim os programas de valorização de pessoal. As empresas
precisam gastar menos.
9 - Não é
necessário o ensino de História e Sociologia nos ensinos fundamental e médio.
Ninguém precisa saber de onde viemos, e sim precisamos planejar para onde
vamos, onde vamos parar com o mundo do jeito que está. História e
Sociologia/Filosofia é coisa de Zé Droguinha, ninguém aprende nada com isso.
Nem me venha falar em ideologia de gênero, totalmente desnecessária. Lembrando
que eu respeitos os gays, desde que estejam bem longe de mim.
10 - Jair
Messias Bolsonaro será presidente do Brasil a partir de 2019. Ele vai ganhar o
voto das mulheres, que são maioria do eleitorado, apesar das declarações
machistas, vai ganhar votos dos negros, apesar de dizer que quilombola não
serve nem para procriar, vai ganhar votos dos homossexuais, apesar de dizer que se uma pessoa é homossexual é por falta de laço quando era criança, e pasmem, vai
ganhar votos dos judeus, já que foi aplaudido na sociedade hebraica no Rio de
Janeiro.


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