Pacote de privatizações e outras medidas
O
que estamos assistindo no Brasil nada mais é do que a repetição do
que aconteceu nos Anos 90: a venda da soberania nacional ao capital
estrangeiro. Já não é suficiente lutar pela nossa soberania como
povo, como votantes e eleitores, e sim devemos lutar para que o
patrimônio do nosso país não seja privatizado.
Este
governo chega ao cúmulo de querer privatizar a casa da moeda,
responsável pela emissão de notas de real, selos postais, diplomas
e passaportes brasileiros. Como é que pode ser relegado ao capital
privado uma instituição que emite papel-moeda? Com quais interesses
uma empresa privada comprará uma empresa que emite dinheiro? Muito
suspeito. Parecido, também, com a possível venda dos Correios, algo
que eu achei estranho ter saído da pauta tão de repente.
Fala-se
também na privatização da Eletrobrás, que lá nos anos 90 já
sofreu esse processo, coma venda de parte de suas ações, mas sem o
governo deixar de possuir pelo menos a metade das ações. Agora,
querem vendar 4%, o que faria o governo ter a posse de 47% das ações
sobre a empresa, o que seria a perda de autonomia energética por
parte do Estado. O
resultado disso: a conta de luz, certamente, ficará mais cara. O pouco que tínhamos está se esvaindo, e cabe ao
povo defender, com unhas e dentes, esse patrimônio. É abuso de
poder o que se faz em Brasília, atacando-se direitos e propriedades
do povo brasileiro. Não demorará muito para quererem privatizar
o governo.
Tudo
isso com um único objetivo: tirar a autonomia do povo, calar a nossa
voz. Tudo que é do Estado ao menos deveria ser considerado nosso,
mas não nos consultam quando vendem ações da Eletrobrás, quando
vendem aeroportos, a casa da moeda, os Correios e outras empresas de
capital estatal. Deveriam ser feitas consultas públicas, nos moldes
de um referendo, quando uma coisa que é sua pode ser vendida. Seria
a mesma situação se o governo chegasse na sua casa e quisesse
vender a sua geladeira: ela é sua, mas o governo “precisa”
vender para gerar caixa, pois está faltando dinheiro.
Enquanto
a preocupação central do Brasil gira em torno de privatizações,
voltamos para o mapa da fome e da miséria. A prioridade de qualquer
governo, como previsto na nossa Constituição, deveria ser o combate
a fome a pobreza extrema, como fizeram, durante anos, os governos
petistas, tanto os de Lula e Dilma, como dos governadores dos estados
mais pobres, também petistas. Não priorizaram a usurpação da
dignidade dessas pessoas que hoje voltam para uma situação que
jamais imaginaram, depois de anos em que se sentiram valorizados,
voltar. Os governos petistas combateram a fome, trouxeram
desenvolvimento, transpuseram as águas do Rio São Francisco,
trouxeram cisternas de abastecimento e armazenamento de águas –
acabando com os fatídicos caminhões-pipa, em muitos lugares –
enfim, trouxeram para o Nordeste/Norte uma coisa que este povo
sofrido jamais tinha visto em 500 anos de governos voltados para as
outras regiões: esperança.
Mas
voltamos a estaca zero, e é o povo, através das eleições do ano
que vem, que deve recolocar o Brasil nos trilhos, os mesmos trilhos
que o governo de hoje insiste em dizer que o Brasil retornou. Fala-se
em retomada do crescimento, mas não se justifica o porque de, mesmo
com essa “retomada”, as privatizações são necessárias.
Curioso.



É por esses que venderam o pais que digo que a maçonaria tem um grande envolvimento, pois, FHC e "temer" são da maçonaria. Se você é membro desta, você não sabe nada do que acontece na cúpula desta, e ainda assim que falar coisas boas a respeito desta. Gente que vive no e do ocultismo, não merece meu respeito!!!!!
ResponderExcluirConcordo plenamente.
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